Planos, essas coisas que toda a gente faz e raramente alguém consegue com que tudo corra certinho.
Se temos alguma coisa planeada para um simples jantar com amigos, é óbvio que vai sair tudo ao contrário… Deve ser um corolário das leis de Murphy ou coisa do género.
Mas é claro que enquanto não se perde a esperança, dão-se umas quantas cabeçadas na parede (por muitos e bons avisos que se tenham tido).
Depois temos a outra vertente: “Fazer alguma coisa? Para quê? Vai correr mal… Não vale a pena!”; riscar uma hipótese logo à partida… Ao menos assim, se por uma vez o plano resultasse, fica o problema resolvido porque nem vai chegar a ser posto em prática (eu começo a gostar muito desta hipótese; sempre se poupa tempo. E embora o tempo não seja dinheiro, ainda vale muito)…
Mas calma que nem tudo é mau!
Se 99,9% correm mal, há sempre os tais 0,05% que podem ser bonzinhos (os outros 0,05% são a margem de erro; podem ser bons ou maus lol)! Lá está… Quem não arrisca, não petisca! A gaita é que quem arrisca também se lixa… É uma questão de avaliar as coisas (e como se vai avaliar sempre tudo mal, não percam tempo com isto); usem antes o que aprenderam nas cabeçadas anteriores e desta vez, levem um capacete! Sempre ficam com mais cabeça para pensar no que vier a seguir.
No final de contas, qual é o sentido disto? Pá… Nenhum… Cada um vai fazer o que lhe der na tola: mesmo que lhe digam que vai correr mal, só vão acreditar depois de ter corrido mesmo mal lole
Assim sendo… Façam a merda que bem entenderem… Se tiverem sorte, melhor para vocês; Senão… Façam o que entenderem à mesma…
Who cares anyway?
“Falhas, todos temos…
Mas crónicos remorsos são por demais indesejáveis!
Se agiste mal, corta essa…
Mas tenta pensar melhor da próxima vez!
Não te deixes cair em tentações melancólicas;
porque rebolar no lodo só serve para te sujares…”
(Xutos & Pontapés)