Pequenas coisas…

Todos nós sabemos que o mais importante são as “pequenas coisas” e que a vida é feita dessas “pequenas coisas”, certo?
Assim sendo, como não ocorrem “pequenas coisas” há algum tempo, quero ir ao Portugal dos Pequenitos.
Pode ser que alguém queira vir comigo!

E já que estou numa de ‘relatividades’:

“With heavy breath, awakened regrets
back pages and days that only could’ve been spent
together but we were miles apart.
Every inch between us becomes light years now…
No time to be void or save up on life.
Oh, you gotta spend it all…”

(Pearl Jam - Light Years)

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Qualquer coisa…

Queiram saber, meus amigos, que hoje não escrevo por nenhum motivo em especial… Especialmente porque as minhas razões para escrever o que quer que seja continuam a ser as mesmas de sempre, e como tal, farto-me de as escrever (e pelos vistos também me farto de as começar a escrever).
Chamei a isto “qualquer coisa” precisamente por não saber no que vai dar nem tão pouco me (des)preocupo com isso.
Escrevo o que o meu cérebro debita sem razão aparente. Não sei o que ele quer dizer com isto, mas quem quer saber? Não vejo em vocês potenciais Egas Moniz, portanto acho que ninguém me irá querer escavar o crânio para investigar a massa cinzenta que penso lá ter dentro.
Se já escrevi por coisas parvas, hoje escrevo coisas parvas… Devo estar num dia mau (parece-me que os bons se esqueceram de me acompanhar… Bestas!)
Seja lá (ou cá) como for, tenho aquela calma típica do eu mesmo (o próprio!) e vou esperando por eles: OUVIRAM CA#”$#O?? JÁ SE VINHAM… A SORTE É QUE EU TOU CALMO!
Lá está… Já esperei uns estonteantes 30 segundos, e ainda não chegaram… Haja pachorra!
Agora já está tudo a pensar que eu devia estar internado no Júlio de Matos (não por poder ser primo ou isso, mas mesmo por bater mal)… Não se preocupem porque vão continuar a pensar exactamente o mesmo derivado ao facto de eu não ter nada para escrever em minha defesa.
A porra é que como não tenho grande experiência em escrever coisas parvas e estúpidas (ao invés de muito bom ser (des)humano), tou a ficar sem assunto… O que é uma chatice, francamente… Uma pessoa quer ser parva e nem isso é capaz… Que inútil, fonha-se… Vejo tantos na rua… Bah!
Bem, deixo isto assim. Pode ser que qualquer dia tenha a necessária (in)capacidade intelectual para continuar isto.
Fiquem sabendo que não é uma promessa, nem tão pouco um desejo.

Agradecido pela atenção ‘diz pensada’.

“Day after day, alone on the hill,
the man with the foolish grin is keeping perfectly still.
But nobody wants to know him,
they can see that he’s just a fool.”

(Paul McCartney)

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Um pensamento…

Don’t be sitting around waiting for your dreams to come true…
Make them happen!
But if you fail to do so, your so called dreams will become your worst nightmares.
And I’m so tired of having nightmares…
I’ll just learn to be still!

Always, no sometimes, I think it’s me,
but you know I know when it’s a dream.
I think I know I mean a ‘Yes’
but it’s all wrong,
that is I think I disagree.

(Lennon/McCartney)

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Não se compra não…

Hoje escrevo-vos de vila franca…
Como tem sido hábito nos últimos tempos, tenho passado alguns fins-de-semana na minha terra natal; mas esta semana, o motivo da vinda foi trazer o meu avô ao Estádio da Luz para ver um jogo na nova dita “Catedral”.
Chegámos na sexta-feira à noite, e eis que no sábado de manhã já haviam visitas a bater à porta de casa só para verem os meus avós.
Eu acho isto altamente… O meu avô fez a vida dele cá em baixo, mas quando se reformou (já lá vão uns belos 15 anitos) voltou para Aveiro e só muito esporadicamente é que vinha cá. Mesmo passado tanto tempo, ainda há pessoas que vêm de propósito bater à porta só para o verem e falarem com ele… Brutal!
Bem, isto deixa-me a pensar… Será que quando eu tiver a idade dele me vai acontecer o mesmo?
É que não foram só uma ou duas pessoas…
Incríveis os laços que se constroem ao longo de uma vida… Mesmo quando se está muito tempo fora, há aquelas pessoas que nunca se esquecem de nós…
E isto, meus amigos, não se compra em lado nenhum!

“Que queres ser quando fores grande?
Quero ser, pelo menos, metade do homem que o meu avô é!”

Li isto não sei bem onde, mas fica aqui muito bem… Tenho dito!

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