Queiram saber, meus amigos, que hoje não escrevo por nenhum motivo em especial… Especialmente porque as minhas razões para escrever o que quer que seja continuam a ser as mesmas de sempre, e como tal, farto-me de as escrever (e pelos vistos também me farto de as começar a escrever).
Chamei a isto “qualquer coisa” precisamente por não saber no que vai dar nem tão pouco me (des)preocupo com isso.
Escrevo o que o meu cérebro debita sem razão aparente. Não sei o que ele quer dizer com isto, mas quem quer saber? Não vejo em vocês potenciais Egas Moniz, portanto acho que ninguém me irá querer escavar o crânio para investigar a massa cinzenta que penso lá ter dentro.
Se já escrevi por coisas parvas, hoje escrevo coisas parvas… Devo estar num dia mau (parece-me que os bons se esqueceram de me acompanhar… Bestas!)
Seja lá (ou cá) como for, tenho aquela calma típica do eu mesmo (o próprio!) e vou esperando por eles: OUVIRAM CA#”$#O?? JÁ SE VINHAM… A SORTE É QUE EU TOU CALMO!
Lá está… Já esperei uns estonteantes 30 segundos, e ainda não chegaram… Haja pachorra!
Agora já está tudo a pensar que eu devia estar internado no Júlio de Matos (não por poder ser primo ou isso, mas mesmo por bater mal)… Não se preocupem porque vão continuar a pensar exactamente o mesmo derivado ao facto de eu não ter nada para escrever em minha defesa.
A porra é que como não tenho grande experiência em escrever coisas parvas e estúpidas (ao invés de muito bom ser (des)humano), tou a ficar sem assunto… O que é uma chatice, francamente… Uma pessoa quer ser parva e nem isso é capaz… Que inútil, fonha-se… Vejo tantos na rua… Bah!
Bem, deixo isto assim. Pode ser que qualquer dia tenha a necessária (in)capacidade intelectual para continuar isto.
Fiquem sabendo que não é uma promessa, nem tão pouco um desejo.
Agradecido pela atenção ‘diz pensada’.
“Day after day, alone on the hill,
the man with the foolish grin is keeping perfectly still.
But nobody wants to know him,
they can see that he’s just a fool.”
(Paul McCartney)